BEM VINDO LEITOR

"uma sociedade não pode ser bem tratada, compreendida, explicada se não se levam em conta as imagens e as obras de arte que produziu. Desde muito se sabia que textos, documentos fazem parte daquilo que se designa de ciências auxiliares da história. Essa concepção da imagem é um contra-senso que mascara a sua natureza e a sua significação. A imagem não é uma ilustração, é um documento integral da história".

domingo, 25 de outubro de 2009

Eu, Pierre Riviere, que Degolei Minha Mãe, Minha Irmã e Meu Irmão

Em 1835, um jovem camponês mata a golpes de foice a mãe grávida, a irmã adolescente e um irmão de sete anos. Preso, escreve longo depoimento sobre as razões de seu ato. Condenado morte, trava-se acirrada polêmica entre psiquiatras e juristas, e a repressão judiciária é suspensa pelo diagnóstico médico: o jovem é considerado louco e sua pena é comutada em prisão perpétua. Meses mais tarde, enforca-se em sua cela. A agitação em torno desse caso marca o inácio da luta da psiquiatria por uma posição, ao lado da Justiça, entre as instâncias de controle da vida social. Este livro é o resultado de um trabalho de equipe realizados no College de France sob a direção de Michel Foucault, reunindo as peças judiciárias do processo e desenvolvendo análises sobre aspectos jurídicos e psiquiátricos do caso luz das conceituações atuais.

Um comentário:

  1. Aí sim! Pelego On-line...
    Faltou o nome da obra...
    Eu, Pierre Riviere, que Degolei Minha Mãe, Minha Irmã e Meu Irmão...

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