BEM VINDO LEITOR

"uma sociedade não pode ser bem tratada, compreendida, explicada se não se levam em conta as imagens e as obras de arte que produziu. Desde muito se sabia que textos, documentos fazem parte daquilo que se designa de ciências auxiliares da história. Essa concepção da imagem é um contra-senso que mascara a sua natureza e a sua significação. A imagem não é uma ilustração, é um documento integral da história".

domingo, 25 de julho de 2010

nem ele!!!

CHE


No dia 26 de novembro de 1956, Fidel Castro navega até Cuba com oito rebeldes. Um deles era Ernesto "Che" Guevara, um médico argentino que dividia com Castro um objetivo comum - derrubar o governo corrupto de Fulgêncio Batista. Che prova ser indispensável na batalha, e rapidamente aprende a arte de guerrilha.

Ao mesmo tempo que retrata as batalhas rumo à revolução, CHE demonstra, através de imagens da famosa viagem de Guevara às Nações Unidas, a repercussão que a vitória socialista cubana teve nos EUA e no mundo. O poder das idéias e ações de um homem que mudou o curso da história como a conhecemos

Depois da Revolução Cubana, Ernesto 'Che' Guevara atinge o ponto alto de sua fama e poder. Em 1964, viaja para Nova York para discursar nas Nações Unidas, reafirmando seu compromisso com a luta do Terceiro Mundo contra o imperialismo americano. Che desaparece de Cuba, reaparecendo incógnito na Bolívia, onde organiza um pequeno grupo de companheiros cubanos e recrutas bolivianos para começar a Grande Revolução Latino-americana. A história da campanha boliviana é um capítulo de tenacidade, sacrifício, idealismo e da arte de guerrilha, que acaba falhando e levando Che à morte

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Marc Bloch

Filho de Gustave Bloch, professor de História Antiga, Marc Bloch estudou na Escola Normal Superior de Paris, em Paris, em Berlim e em Leipzig antes de ser bolseiro da Fundação Thiers (1909-1912).
Participou da Primeira Guerra Mundial na arma de infantaria, tendo sido ferido e vindo a receber uma condecoração militar por mérito.
Após a guerra ingressou na Universidade de Estrasburgo, instituição onde conheceu e conviveu com Lucien Febvre com quem fundou, em 1929, a "Revue des Annales". Em 1936, sucedeu a Henri Hauser na cadeira de História Económica da Sorbonne. A revista e o seu conteúdo conheceram sucesso mundial, dando origem à chamada "Escola dos Annales", cuja linha de estudos por sua vez influenciou as chamadas "Nova história" e "História das mentalidades".
Com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, e a ocupação nazi da França, Bloch militou na resistência francesa. Detido e torturado pela Gestapo foi fuzilado em 16 de junho de 1944.

OBRAS:
Les rois thaumaturges: Étude sur le caractère surnaturel attribué à la puissance royale particulièrement en France et en Angleterre (1924).

Tradução portuguesa: Os reis taumaturgos. São Paulo, Companhia das Letras, 1993.
Les caractères originaux de l'histoire rurale française (1931).
La société féodale (1939).
Tradução portuguesa: A sociedade feudal. Lisboa, Edições 70 ISBN 9724406474
 
OBRAS POSTUMAS:
L'étrange défaite (1946).

Apologie pour l'histoire ou métier d'historien (1949)[3].
Tradução portuguesa: Introdução à história. Mem-Martins, Publicações Europa-América.
Apologie pour l'histoire ou métier d'historien. (1949). Edição crítica organizada por Étienne Bloch (1993).
Traduções portuguesas:
Introdução à história. Mem-Martins, Publicações Europa-América.
Apologia da história ou o ofício de historiador, Jorge Zahar Editor, Rio de Janeiro, 2001.
Histoire et historiens. Colectânea organizada por Étienne Bloch, Paris, Armand Colin, 1995.
Tradução portuguesa: História e historiadores. Lisboa, Teorema, 1998
Rois et serfs et autres écrits sur le servage. Posfácio por Dominique Barthélémy. Paris, La Boutique de l'histoire éditions, 1996.
Écrits de guerre: 1914-1918. Colectânea organizada e apresentada por Etienne Bloch, com introdução de Stéphane Audoin-Rouzeau. Paris, Armand Colin, 1997.

terça-feira, 20 de julho de 2010

História do Brasil por Bóris Fausto - República

Série narrada pelo historiador Bóris Fausto e que, por meio de documentos e imagens de arquivo, traça um panorama político, social e econômico do País, desde os tempos coloniais até os dias atuais. A série é composta, ainda, de entrevistas com algumas personalidades que ajudaram a escrever essa história
link para baixar: vcs gostaram
http://www.4shared.com/file/QJQSYCIm/Histria_do_Brasil_por_Bris_Fau.html

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Roma


Considerado o seriado mais caro da história da TV, com orçamento de cem milhões de dólares por temporada, “Roma” mistura personagens históricos a outros fictícios. A segunda temporada da série estréia neste domingo, às 22h, no canal HBO. No final da primeira, César havia sido assassinado em pleno Senado, deixando o poder de Roma em aberto. Confira o perfil dos principais personagens que agitarão os próximos episódios dessa superprodução de HBO e BBC.

- Lucius Vorenus (Kevin McKidd) - oficial do exército romano, foi promovido a senador pelo próprio César. No final da primeira temporada, sua mulher, Niobe, se suicida quando o marido descobre seu romance com o cunhado, do qual nasceu um filho. Lucius acreditava que a criança era, na verdade, seu neto, filho de sua filha Vorena.
- Titus Pullo (Ray Stevenson) - também soldado de Roma, é o melhor amigo e seguidor de Lucius. Na primeira temporada, protagonizou uma das cenas mais emocionantes e violentas, ao estilo do filme “Gladiador”. Violento, mas fiel aos que ama, nesta tempora, se casará com Irene, sua ex-escrava, cujo amante Titus assassinou.
- Atia (Polly Walker) - sobrinha de César, é a mãe de Gaius Octavian e Octavia, além de amante de Marco Antônio. Sua maior inimiga é Servilia, mãe de Brutus e ex-amante de César. Atia faz tudo para ter poder e, nos primeiros capítulos desta temporada, verá o filho disputar com seu amante a herança material e política de César.
- Marco Antônio (James Purefoy) - comandante das tropas romanas, sempre a serviço de César, vai disputar com Octavian o poder de Roma. Sempre fiel a César, fica chocado com a sua morte. Rude, conqusitador e depravado, Marco Antônio vai se envolver com Cleópatra na segunda temporada e se unir a ela na luta pelo poder.
- Brutus (Tobias Menzies) - Filho de Servilia, amante de César, e vindo da família mais tradicional na política romana, ele se sente obrigado a lutar pelo poder. Apesar de ter sido tratado como filho por César, Brutus é um dos senadores que conspira contra o tirano e aquele que lhe dá a última das 23 facadas, no senado. Nesta temporada, ele se mostrará fraco para lutar pelo poder, entre Marco Antônio e Octavian.
- Servilia (Lindsey Duncan) - Mãe de Brutus, ela manipula o filho para promover sua vingança contra César. Amante do tirano, ela é abandonada por ele, na primeira temporada, depois que Atia espalha para toda a cidade sobre o relacionamento dos dois. A mulher de César, de uma poderosa e influente família, faz então um ultimato: ou César se separa de Servilia ou ela pede o divórcio. César decide ficar com a mulher para o bem da política.
- Gaius Octavian (Max Pirkis e, mais velho, Simon Woods) - Feito herdeiro de César por testamento, foi educado para governar e fazer política. Na segunda temporada, Marco Antônio acredita que pode manipulá-lo por ele ser um adolescente. Mas Octavian, que virá a ser o primeiro imperador romano (Augusto), não se deixa enganar. Ele é amigo de Titus Pullo.
- Octavia (Kerry Condon) - Vítima das armações da mãe, Atia, ela passa por várias humilhações, na primeira temporada: seu marido é assassinado e ela é oferecida a Pompeu, que disputava o poder com César. O então cônsul de Roma, no entanto, passa a noite com ela, mas prefere se casar com outra. Octavia acaba se envolvendo romanticamente com Servilia, que a convence a seduzir seu irmão, Octavian, para conseguir informações dele. Depois, ela percebe que foi usada por Servilia.
- Cícero (David Bamber) - Senador e defensor da República, faz de tudo para derrubar César, que considerava um tirano, e é um dos que planeja seu assassinato. Na segunda temporada, vai conspirar para que Brutus assuma a liderança de Roma.
- Cleópatra (Lindsey Marshal) - A rainha do Egito diz a todos que tem um filho de César, Cesarion. No entanto, a criança é filha de Titus, com quem a nobre fez sexo, antes de encontrar César, pois sabia estar fértil. Nesta temporada, ela tentará conqusitar o poder por se dizer mãe de um filho de César e vai se envolver com Marco Antônio.

FONTE:http://oglobo.globo.com/cultura/revistadatv

segunda-feira, 12 de julho de 2010

festival de MPB DE 1968?




O protesto existe. As vaias, também. Assim como Caetano Veloso escandalizou com suas idéias de modernidade nas letras e nos arranjos de suas músicas, muitos compositores cearenses quase no final dos anos sessenta ainda estavam apegados às idéias da já caduca bossa nova. Poucos se aventuraram ao ''veneno do novo'', exposto por Caetano, Gil e toda a trupe tropicalista, ainda mais quando suas canções foram desclassificadas justamente, não por estarem, de um certo modo, bem elaboradas, mas porque faltava-lhes ''o espírito do novo'', já idealizado por Fausto Nilo, Rodger Rogério, Cláudio Pereira e Augusto Pontes no início da década de sessenta.


Segundo o jornalista do jornal ''O Povo'', Gervásio de Paula ''o IV Festival de Música Popular do Ceará, iniciou errado, como bem disse um artista experiente da cidade ao localizarem o piano em uma das laterais do palco, enquanto os intérpretes, quase sempre situados entre dois microfones, se preocupavam com o que tivesse melhor som em fase da balbúrdia indígena provocada pelas torcidas organizadas e, ao mesmo tempo, com a colocação do piano e outros instrumentos musicais que se desajeitavam pelo resto do palco.

As torcidas organizadas - é bom que se repita - originaram a mais alta confusão, quando os seus candidatos iam cantar impossibilitando, assim, que os mais interessados em ouvir, para depois manifestar com honestidade o seu parecer, acompanhassem qualquer coisa do que estava sendo posto em julgamento.

O único ponto elogiável do espetáculo foi sem qualquer dúvida a escolha do elemento humano feminino. Foi, em verdade um autêntico desfile de moças bonitas, que mereceriam inclusive, os prêmios, em relação a feitura das letras mal ouvidas. A Secretaria de Cultura deveria, através de seus representantes ter-se inspirado no IV Festival para promover um concurso, reunindo as mais lindas cantoras de música popular cearense, em desfile no Parque da Liberdade. Se é que tal inspiração já não entrou em ebulição...
FONTE:http://www.raimundofagner.com.br

domingo, 11 de julho de 2010

Maria Osmarina Marina Silva de Lima-blog da MARINA

Maria Osmarina Marina Silva de Lima nasceu em 8 de fevereiro de 1958 em uma pequena comunidade chamada Breu Velho, no Seringal Bagaço, no Acre. Seus pais, nordestinos, tiveram 11 filhos, dos quais três morreram. A mãe morreu quando tinha apenas 15 anos. A vida no seringal era difícil. “Eu acordava sempre às 4h da manhã, cortava uns gravetos, pegava uns pedaços de seringuins, acendia o fogo, fazia o café e uma salada de banana perriá com ovo. Esse era o nosso café da manhã”,


Na adolescência sonhava em ser freira. “Minha avó dizia: ‘Minha filha, freira não pode ser analfabeta’”, lembra. O desejo de aprender a ler passou então a acompanhá-la. Aos 16 anos, contraiu hepatite, a primeira das três que foi acometida. Seu histórico de saúde ainda inclui cinco malárias e uma leishmaniose. Essas fragilidades a levaram a Rio Branco em busca de tratamento médico. Aproveitou a oportunidade para também se dedicar à vida religiosa e, ao mesmo tempo, estudar. Obteve a permissão do pai e deixou a floresta
Na capital acriana, para se sustentar, passou a trabalhar como empregada doméstica. Revia as lições durante as madrugadas. O progresso nos estudos foi rápido. Entre o período de Mobral, no qual aprendeu a ler e a escrever, até a formação em História transcorreram apenas dez anos. Sua formação foi complementada posteriormente com a pós-graduação em Psicopedagogia
A vocação social se revelou quando deixava a adolescência. Marina se inscreveu em um curso de liderança rural e conheceu o líder seringueiro Chico Mendes. Passou a ter contato com as idéias da Teologia da Libertação e a participar das Comunidades Eclesiais de Base. Em 1984, ajudou a fundar a CUT (Central Única dos Trabalhadores) no Acre. Chico Mendes foi o primeiro coordenador da entidade e Marina a vice-coordenadora.

sábado, 10 de julho de 2010

José Serra -

Dois anos depois de perder para Luiz inácio Lula da Silva a disputa presidencial, José Serra foi eleito prefeito de São Paulo em 2004. Venceu a petista Marta Suplicy, no segundo turno, com 54,86% dos votos válidos.

Tornou-se o primeiro candidato do PSDB a se eleger prefeito da capital paulista. Foi a terceira vez que Serra concorreu a esse cargo. Das outras duas vezes, em 1988 e em 1996, foi derrotado.
Filho de imigrantes italianos, Serra nasceu no bairro da Mooca, na capital paulista, em 19 de março de 1945. É casado com Mônica Allende Serra, com quem tem dois filhos e dois netos.
Serra começou na política na militância estudantil, até chegar a presidente da UNE (União Nacional dos Estudantes) em 1963. Com o golpe militar em 1964, abandonou o curso de engenharia na USP e exilou-se no Chile, onde conheceu Mônica. Sem diploma universitário, prestou exame na Universidade do Chile, onde fez mestrado em economia (1972). Mais tarde, em 1977, tornou-se doutor em economia pela Cornell University, nos EUA.
Trabalhou ainda na Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e Caribe) e foi professor da Universidade do Chile durante o exílio. Com a abertura política, retornou ao Brasil em 1978 e deu aulas na Unicamp (Universidade de Campinas) -como professor aposentado da Unicamp, Serra recebe hoje R$ 6.620,19 por mês.
No governo Franco Montoro (então no PMDB, 1983-86), José Serra assumiu o cargo de secretário de Economia e Planejamento do Estado de São Paulo.
Em 1986, elegeu-se deputado federal pelo PMDB. Já pelo então recém-criado PSDB, disputou a Prefeitura de São Paulo em 1988. Ficou em 4º lugar. Em 1990, retornou à Câmara dos Deputados e, em 1994, elegeu-se senador. No ano seguinte, assumiu o Ministério do Planejamento. Deixou o cargo em 1996 para disputar pela segunda vez a Prefeitura de São Paulo. Ficou em 3º lugar.
Serra voltou a assumir em 1998 um ministério no governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), dessa vez a pasta da Saúde. Deixou o cargo no início de 2002 para se candidatar à Presidência da República. Chegou ao segundo turno, mas perdeu para Lula (PT) por 61,27% a 38,73%.
Em novembro de 2003, Serra foi eleito presidente nacional do PSDB. Deixou o cargo em 2005.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

DILMA VANA ROUSSEF- educacao.uol.com.br

Dilma Vana Rousseff nasceu em 14 de dezembro de 1947, em Uberaba, Estado de Minas Gerais. Filha do engenheiro e poeta búlgaro Pétar Russév (naturalizado brasileiro como Pedro Rousseff) e da professora brasileira Dilma Jane Silva, faz a pré-escola no
Colégio Isabela Hendrix e, a seguir, ingressa em um dos colégios mais tradicionais do Brasil, o Sion, de influência católica.
Aos 16 anos, transfere-se para uma escola pública, o Colégio Estadual Central (hoje Escola Estadual Governador Milton Campos). Começa, então, a militar como simpatizante na Organização Revolucionária Marxista - Política Operária, conhecida como Polop, organização de esquerda contrária à linha do PCB (Partido Comunista Brasileiro), formada por estudantes simpáticos ao pensamento de Rosa Luxemburgo e Leon Trotski.
Mais tarde, em 1967, já cursando a Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Minas Gerais, Dilma passou a militar no Colina (Comando de Libertação Nacional), organização que defendia a luta armada. Esse comportamento, de passar de um grupo político a outro, era comum nos movimentos de esquerda que atuavam durante o período da ditadura iniciada com o Golpe de 1964,
Em 1969, já vivendo na clandestinidade, Dilma usa vários codinomes para não ser encontrada pelas forças de repressão aos opositores do regime. No mesmo ano, o Colina e a VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) se unem, formando a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares). Em julho, a VAR-Palmares rouba

o "cofre do Adhemar", que teria pertencido ao ex-governador de São Paulo Adhemar de Barros. A ação ocorreu no Rio de Janeiro e teria rendido à guerrilha US$ 2,4 milhões. Dilma nega ter participado dessa operação, mas há quem afirme que ela teria, pelo menos, ajudado a planejar o assalto.
Em setembro de 1969, a VAR-Palmares sofre um racha. Volta a existir a VPR. Dilma escolhe permanecer na VAR-Palmares - e ainda teria organizado três ações de roubo de armas no Rio de Janeiro, sempre em unidades do Exército.
Presa em 16 de janeiro de 1970, em São Paulo, o promotor militar responsável pela acusação a qualificou de "papisa da subversão". Fica detida na Oban (Operação Bandeirantes), onde é torturada. Depois, é enviada ao Dops. Condenada em 3 Estados, em 1973 já está livre, depois de ter conseguido redução de pena no STM (Superior Tribunal Militar). Muda-se, então, para Porto Alegre, onde cursa a Faculdade de Ciências Econômicas, na Universidade Federal do RS.
Filia-se, então, ao Partido Democrático Brasileiro (PDT), fundado por Leonel Brizola em 1979, depois que o governo militar concedeu anistia política a todos os envolvidos nos anos duros da ditadura.

Dilma Rousseff ocupou os cargos de secretária da Fazenda da Prefeitura de Porto Alegre (1986-89), presidente da Fundação de Economia e Estatística do Estado do Rio Grande do Sul (1991-93) e secretária de estado de Energia, Minas e Comunicações em dois governos: Alceu Collares (PDT) e Olívio Dutra (PT).
Filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT) desde 2001, coordenou a equipe de Infra-Estrutura do Governo de Transição entre o último mandato de Fernando Henrique Cardoso e o primeiro de Luiz Inácio Lula da Silva, tornando-se membro do grupo responsável pelo programa de Energia do governo petista.
Ministérios
Dilma Rousseff foi ministra da pasta das Minas e Energia entre 2003 e junho de 2005, passando a ocupar o cargo de Ministra-Chefe da Casa Civil desde a demissão de José Dirceu de Oliveira e Silva, em 16 de junho de 2005, acusado de corrupção.
Em 2008, a Casa Civil foi envolvida em duas denúncias. Primeiro, a da montagem de um provável dossiê contendo gastos pessoais do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. O dossiê seria uma suposta tentativa de silenciar a oposição, que, diante do escândalo dos gastos com cartões de créditos corporativos realizados por membros do governo federal, exigia a divulgação dos gastos pessoais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de sua esposa. Depois, em junho, a ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Denise Abreu, acusou a Casa Civil de ter pressionado a agência durante o processo de venda da empresa Varig ao fundo de investimentos norte-americano Matlin Patterson e seus três sócios brasileiros. Dilma Rousseff negou enfaticamente todas as acusações.
Em 9 de agosto de 2009, a ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira, disse ao jornal Folha de S. Paulo que, num encontro com Dilma, a ministra teria pedido que uma investigação realizada em empresas da família Sarney fosse concluída
rapidamente. Dilma negou a declaração de Lina, que, por sua vez, reafirmou a acusação em depoimento no Senado Federal, mas não apresentou provas.
Apesar de, em diferentes períodos, ter cursado créditos no mestrado e no doutorado de Economia, na Unicamp, Dilma Rousseff jamais defendeu a dissertação ou a tese.
De guerrilheira na década de 1970 a participante da administração pública em diferentes governos, Dilma Vana Rousseff tornou-se uma figura pragmática, de importância central no governo Lula, de quem é candidata à sucessão nas eleições de 2010.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

CIRO GOMES-EDUCAÇÃO.UOL.COM.BR

Político e advogado paulista (6/11/1957-). Ciro Ferreira Gomes nasce em Pindamonhangaba, no Vale do Paraíba, filho de um advogado de Sobral, Ceará. Vive até os 5 anos em Adamantina, interior paulista, e então se muda com a família para Sobral.


Forma-se em direito na Universidade Federal do Ceará em 1979 e ingressa no Partido Democrático Social (PDS). Elege-se deputado estadual em 1982. Em 1984 deixa o PDS e filia-se ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), participando do movimento por eleições diretas.
Em 1986 reelege-se deputado estadual. Dois anos depois é eleito prefeito de Fortaleza, cargo que ocupa até 1990, quando vence as eleições para o governo do estado do Ceará pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), ao qual se filiara no ano anterior.
Exerce dois mandatos e obtém altos índices de aprovação popular. Em setembro de 1994 torna-se ministro da Fazenda no governo Itamar Franco, permanecendo na função por apenas três meses. Em janeiro de 1995 vai para os Estados Unidos estudar economia na Harvard Law School por um ano e meio.
Em 1997 deixa o PSDB e entra para o Partido Popular Socialista (PPS). Concorre as eleições presidenciais de 1998 e fica em terceiro lugar.

sábado, 3 de julho de 2010

sexta-feira, 2 de julho de 2010