BEM VINDO LEITOR

"uma sociedade não pode ser bem tratada, compreendida, explicada se não se levam em conta as imagens e as obras de arte que produziu. Desde muito se sabia que textos, documentos fazem parte daquilo que se designa de ciências auxiliares da história. Essa concepção da imagem é um contra-senso que mascara a sua natureza e a sua significação. A imagem não é uma ilustração, é um documento integral da história".

domingo, 8 de novembro de 2009

http://www.youtube.com/watch?v=_k-vPv-XEpg
http://www.youtube.com/watch?v=_k-vPv-XEpg

o medo



onde se esconde nossa verdadeira faces diante do mundo e tudo aquilos que escondemos de nos,e como somos confuzos en expressar nossa fraquesa diante de um mundo onde nao podemos mais erar,pois sou sincero apenas quando estoou diante do medo

metalica



The Unforgiven Os Imperdoáveis

New blood joins this earth -Sangue novo junta-se a esta terra
And quickly he's subdued- E rapidamente ele é conquistado
Through constant pained disgrace -Pela constante dor e desgraça
The young boy learns their rules -O menino aprende as regras deles

With time the child draws in -Com o passar do tempo a criança cresce
This whipping boy done wrong -Este pequeno chorão portou-se mal
Deprived of all his thoughts -Privado de todos os seus pensamentos
The young man struggles on and on he's known -O jovem luta sem parar e por isso fica conhecido
A vow unto his own -Um juramento a si mesmo
That never from this day -Que nunca a partir deste dia
His will they'll take away- A sua vontade lhe irão roubar

What I've felt -O que eu sentia, o que eu sabia
What I've known -Nunca transpareceu no que eu mostrava
Never shined through in what I've shown -Nunca ser, nunca ver
Never be -Jamais verei o que poderia ser
Never see
Won't see what might have been

What I've felt- O que eu sentia, o que eu sabia
What I've known- Nunca transpareceu no que eu mostrava
Never shined through in what I've shown -Nunca livre, nunca eu [mesmo]
Never free- Por isso nomeio-vos de imperdoáveis
Never me
So I dub the unforgiven

They dedicate their lives -Eles dedicam as suas vidas
To running all of his -A acabar com a dele
He tries to please them all -Ele tenta agradá-los
This bitter man he is -Este homem amargo
Throughout his life the same -Por toda a sua vida
He's battled constantly- Constantemente batalha
This fight he cannot win -Esta luta que ele não pode vencer
A tired man they see no longer cares- Um homem cansado que eles vêem, mas ele já não se importa
The old man then prepares -O velhote então prepara-se
To die regretfully -Para morrer cheio de arrependimentos
That old man here is me -Este velhote aqui... sou eu

What I've felt -O que eu sentia, o que eu sabia
What I've known -Nunca transpareceu no que eu mostrava
Never shined through in what I've shown- Nunca ser, nunca ver
Never be- Jamais verei o que poderia ser
Never see
Won't see what might have been

What I've felt -O que eu sentia, o que eu sabia
What I've known -Nunca transpareceu no que eu mostrava
Never shined through in what I've shown- Nunca livre, nunca eu [mesmo]
Never free -Por isso nomeio-vos de imperdoáveis
Never me
So I dub the unforgiven

What I've felt -Nunca livre, nunca eu [mesmo]
What I've known -Por isso nomeio-vos de imperdoáveis
Never shined through in what I've shown
Never be
Never see
Won't see what might have been

What I've felt Vocês rotulam-me,- Eu rotulo vocês
What I've known- Por isso nomeio-vos de imperdoáveis
Never shined through in what I've shown
Never free
Never me
So I dub the unforgiven

Never free- Nunca livre, nunca eu [mesmo]
Never me -Por isso nomeio-vos de imperdoáveis
So I dub the unforgiven

You labeled me -Vocês rotulam-me, Eu rotulo vocês
I'll label you Por isso nomeio-vos de imperdoáveis
So I dub the unforgiven

sábado, 7 de novembro de 2009

AME OU .....

http://www.youtube.com/watch?v=huox9B30uN0&feature=rec-LGOUT-exp_stronger_r2-HM

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

decadencia

A IDÉIA DE DECADÊNCIA NA HISTÓRIA OCIDENTAL apresenta a investigação de Herman sobre os pensadores não-românticos que se tornaram obcecados pela imagem do fim de sua civilização: historiadores como Henry Adams; Arnold Toynbee, o grande cronista da história mundial; H.G. Wells, inventor da ficção científica; Sigmund Freud, o pai da psicanálise. Estes pessimistas históricos abriram caminho para os pessimistas culturais mais radicais, como Nietzsche e Du Bois, lançando a dúvida sobre a capacidade de a civilização ocidental renovar-se e solucionar os próprios problemas.

Posteriormente, estas correntes do pensamento decadentista envenenaram o poço da confiança européia, fazendo — como defende Herman — a decadência do Ocidente uma profecia auto-realizável. Intelectuais, artistas e escritores cada vez mais se voltaram ao que T.S. Eliot denominou "estranhos deuses", que continuam a dominar a imaginação moderna. Bertolt Brecht, Jean-Paul Sartre, Antonin Artaud, Frantz Fanon, Ezra Pound, Martin Heidegger e Norman Mailer, todos celebram a libertação do jugo da opressão sexual, do poder racial, da violência e da crueldade como novas formas de autenticidade humana, a qual eles acreditavam ser o antídoto vital para as forças destrutivas da alma da sociedade capitalista de classe média.